O post de hoje é sobre 2 livros do John Green. Um já estava na lista de leitura a muito tempo e o outro foi uma recomendação que surgiu após ler o primeiro.

Querem conhecer os escolhidos?

O primeiro é o mega ultra popular “A culpa é das estrelas”, que terá sua versão cinematográfica lançada hoje.

imagem“A culpa é das estrelas” (The Fault is our stars)
Lançado em / Lido em:
2012 / 2014
Lido como: Ebook
Quantidade de páginas: 217 páginas (Ipad com fonte 12)
Sinopse: A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. (Skoob)

Após a leitura coloquei minha singela opinião no meu instagram ( se não me segue clique aqui). Posso colocar primeiramente que o tema do livro é interessante, mas extremamente triste. E quando digo triste digo, muito mesmo – achei bem cansativo as vezes pois você espera que um livro tão adorado tivesse algum atrativo do que esse sentimento que causa na maioria dos leitores – pelos comentários que recebi é algo comum com todo mundo que lê.

Bem escrito, não posso negar, o livro atrai em saber o destino dos personagens e a obsessão do casal protagonista pela serie de livros – mas já deixo avisado que algumas cenas são previsíveis. Fui buscar em inglês e os gênios – que fazem um papel bem grande no livro são baseados no Make a Wish – por sinal eles citam as crianças e os pedidos de viagens na Disney, e vimos uma menininha com câncer na páscoa por lá ( só não vou comentar muito para não estragar a surpresa), e super compreenderia se ele usasse o nome da campanha, mas né!

Tirando isso, eu li o livro bem rápido – no ebook são 217 paginas em quase 3 horas, pois como já citei acima minha única vontade de continuar a leitura era saber quem ia morrer primeiro, e sobre a operação do câncer ocular – sério, John Green quer pegar as pessoas pelas tragedias.

O cliche do okay/okay me lembrou um pouco do “eu te amo/ eu sei” contido em Star Wars ( e se você nunca ouviu falar disso, por favor veja o filme ) , e talvez me fez seguir em frente – o que não me segurou em outros livros.

Explicando tudo isso, minha nota foi 7,5 de 10.

Já o segundo livro foi dica da Paula Prina que comentou que Green tinha um livro todo situado em Orlando e vocês sabem do meu amor pela cidade dos garotos da rua de trás.

Cidades-de-PapelCidades de Papel
Lançado em / Lido em:
2008 / 2014
Lido como: Ebook
Quantidade de páginas: A confirmar, mas acho que são 309.
Sinopse:
Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.” (Saraiva)

O estilo da historia é um pouco diferente do primeiro livro que li, só que mais atraente, pois conhecemos o casal protagonista já em um clima de suspense. Desta vez não é uma doença o elo de ligação e sim uma coisa super simples: o vizinho e uma morte.

Depois disso, temos uma passagem de tempo e estamos no tempo atual mostrando os últimos dias de colégio e uma jovem magoada que planeja uma ação cinematografica e convoca seu vizinho para ajuda-la.

Ok, parece e soa chato, mas o enredo me atraiu muito mais que em “A culpa é das Estrelas”, principalmente quando eles citam a rua do lado do Sea World, a lodjinha 24 horas em frente ao Wetn’ wild ( Que na verdade é um Walgreens), que foram somente nossos pontos diários na cidade durante as ferias. Não que a historia do anterior não fosse boa e nem tivesse algo que já tivesse acontecido – perdi dois tios por câncer e eram casados 🙁 , mas achei mais prazeirosa a ideia de busca desemfreada a vizinha problematica, pois quem não gosta de romance né?

Logico que não é um dos melhores livros da vida, mas uma boa companhia nos dias frios! Dei 7,8 de 10 😉

Ps: Cidades de Papel tb será filme, sem previsão de lançamento ainda.